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Microimplantes de Cabelos

Área doadora é a área que doará os fios a serem transplantados para a área receptora calva (AR). Como não possuem o código genético para a calvície, os fios da AD nunca cairão.

A área doadora é uma fonte finita e esgotável, ou seja, a cada cirurgia ela se torna menor. A área doadora diminui com o passar dos anos à medida que a calvície aumenta. Portanto, devemos ser extremamente cautelosos ao programarmos a cirurgia, pois num paciente jovem em início de calvície o quadro que se apresenta não traduz a realidade, já que sua calvície sofrerá evolução e à medida que ela evolui, sua área doadora fica menor e sua área calva maior.

Corre-se o risco, por exemplo, de estar removendo uma área que cairá no futuro quando a calvície progredir sendo assim, esse cabelo transplantado também cairá, e pior ainda, a cicatriz da área doadora ficará aparente na região da coroa.

Como todo resultado está baseado na qualidade e quantidade da área doadora, devemos realizar essa análise de forma minuciosa, segundo vários critérios:

1 -Volume capilar:

Está mais relacionado ao tipo de cabelo. Quanto mais finos, lisos e claros forem, menor o resultado em termos de volume.

2- Densidade capilar:

É o fator mais importante a ser analisado na área doadora. A densidade varia de paciente para paciente dependendo:

A - % das unidades foliculares – os fios não emergem do couro cabeludo um a um, mas sim em grupos de 1, 2 e 3 fios, denominados unidades foliculares.

O paciente que tiver maior % de unidades foliculares (UF) de 3 fios, terá maior resultado em termos de enchimento, já o que tiver maior % de UFs de 1 e 2 fios (e portanto baixo % de UFs de 3 fios), terá um resultado “menos cheio”.A remoção da faixa de couro cabeludo que doará os fios (AD) deve sempre ser feita com o bisturi. Ela deve ser profunda o suficiente para alcançar o bulbo capilar e o mais superficial possível para não causar danos às estruturas profundas.

Após remoção da AD, procede-se seu fechamento aproximando os bordos e unindo novamente fio com fio. Com isto, camuflamos totalmente a cicatriz resultante, deixando-a imperceptível já ao final da cirurgia.

É utilizada uma sutura superficial com grampos que precisam ser retirados no pós-operatório. O aspecto já no dia seguinte, mesmo com o cabelo molhado deve ser normal e sem falhas.

A cicatriz da área doadora geralmente fica fina e imperceptível já ao final da cirurgia, pois unimos novamente fio com fio, não deixando falhas.

Assim que a sutura da área doadora é finalizada, a cicatriz já é imperceptível, pois estará camuflada pelos cabelos.Ou seja, não se preocupe com o aspecto visual da cicatriz, pois essa não será notada.A área transplantada fica mais evidente que a cicatriz.

Nos primeiros 3 meses, a cicatriz apresenta-se avermelhada e ainda com algumas alterações de sensibilidade (coceiras, anestesia, etc...)

À partir do 4 mês, ela começa a clarear, adquirindo a cor da pele entre 6 meses e 1 ano de pós-operatório. Nesse período, as alterações de sensibilidade também acabam.

Após 1 ano de cirurgia, a cicatriz é imperceptível, mesmo com os cabelos muito curtos.

Se uma nova sessão for necessária, tenta-se sempre remover na mesma cicatriz, salvo alterações de elasticidade que nos forcem a criar uma nova cicatriz.lembre-se de que a área doadora é uma fonte finita e esgotável e não tem, como muitos imaginam, o poder de regeneração. Portanto, a cada sessão ela se torna menor.

Algumas pessoas possuem um processo de cicatrização diferente (cerca de 2 % dos pacientes) e nesses casos ela pode ficar um pouco avermelhada ou alargada. Nesses casos, pode-se fazer um retoque da cicatriz após 6 meses de cirurgia, aproximando novamente os bordos e melhorando o aspecto da cicatriz.Independente da habilidade do cirurgião ou técnica utilizada, ela pode sofrer alargamento, permanecer avermelhada ou mesmo ocorrer formação quelóide (caso raríssimo no couro cabeludo).

Essas intercorrências podem ser tratadas e atenuadas, porém o aspecto final da cicatriz é individual e varia de paciente para paciente. A vantagem na cirurgia de Transplante Capilar, é que ela sempre pode ser facilmente escondida pelos cabelos (mesmo que esses estejam muito curtos).

O paciente sai do hospital cerca de 6 a 24 horas após o fim da cirurgia.

Utiliza-se um spray especial, que auxilia na fixação dos enxertos ao couro cabeludo e o paciente já sai do hospital com uma espécie de capacete que será removido após 24 a 48 horas. Analgésicos comuns serão suficientes para redução da dor, que geralmente ocorre na área doadora (região do corte) somente nas primeiras 24 horas. O paciente deve voltar à clínica no dia seguinte para lavagem dos cabelos e manter repouso relativo nos primeiros oito dias.

Quaisquer dúvidas entrar em contato com a Clínica Múcio Porto.

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